quinta-feira, 26 de julho de 2012

Alanis Morissette - Acústico MTV - Ironic - Legendado em português

Tatuado


Tatuado em minha lembrança,
A imagem e juras que fiz.
Jurei que era único e será.
Sinto que não esqueci, porém extinto.
Busco e não vejo mais.
O que aconteceu ninguém sabe,
Sofro por ser tarde demais.
Falar-te não posso,
Seus olhos não mais me veem.
Não consegues mais traduzir
Meus longos discursos de amor.
Palavra que esta esquecida
Por medo de falar outra vez.
Não foi fácil e continua.
Em desprezo não posso sorrir.
Até queria mais não é assim.
Amor que eu tanto amei,
Desejo e não posso outra vez.

Naiane Andrade

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Tudo Valeu a Pena


Viver é um desafio constante. Sem perceber, entramos nas ilusões da realidade superficial, acreditando nas promessas fáceis da felicidade material e mergulhamos assim nos sonhos fúteis do conforto físico, imaginando estar imunes ao sofrimento. Mas as ilusões obscurecem nossa lucidez, deturpam situações, invertem valores, nos arrastando aos círculos de sofrimento que queríamos evitar. E chega sempre a hora de descobrir que a vida é mais do que supúnhamos; sua sabedoria nos coloca diante da eterna chama da verdade, que ofusca nossas ilusões, nos forçando a distinguir o falso do verdadeiro. Por entre os choques da realidade profunda e as lições do dia a dia, conquistamos as vantagens da maturidade e entendemos que TUDO VALEU A PENA.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Seguindo


Confusa vida essa minha,
Do passado esquecido ao presente desejado.
Presente esse que você foi para mim.
Passado eu não quis, presente se foi, futuro anulado.
Humilhante foi o tal fim,
Mérito que não mereci.
Carinho te dei, atenção dediquei e planos refiz.
No meio de uma história a minha se encaixou,
Pensei ser amor, mergulhei...
E como de súbito do sonho acordei,
Tu já havias partido.
E eu? Nem pude dizer adeus!
Sozinha perdida sem rumo...
Amando alguém que havia mesmo existido?
Sonho ou pesadelo não sei,
Mais seguindo e superando,
Estou eu aqui outra vez.


Naiane Andrade

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Pode me chamar de amiga



Sai pensamento, voa, vaga, mais corre de mim.
Deixa-me recomeçar agora que estou livre.
Não sofro nem quero arrepender-me,
Esse diferencial que machuca, é o que te faz especial.
Era só o poder que eu queria, satisfazer essa incerteza.
O que não mais importa, se é que devia.
Sinto o agora, mais passa, como sempre foi embora.
Palavra ambígua que te leva para longe de mim.
Sempre comigo o gosto do que poderia ter sido.
Gosto que não quero mais,
Saudade que não mais virá.
Agora só se for do novo,
Por isso muito prazer,
Pode me chamar de amiga.

Naiane Andrade